Para que eu pudesse escrever sobre essa matéria, antes eu tive que fazer uma profunda reflexão sobre o assunto. Até porque, a matéria em questão tem sido um tanto polêmica no atual mundo religioso.
O nome do messias, por certo, tem sido um dos temas mais discutidos nos últimos dias, no meio daqueles que, quando não estão em busca da perfeição, se levantam em conflitos desnecessários (Qorintyha Alef – I Cor. 11:10) que não trazem crescimento algum e ainda nos afastam do Kadosh Baru’hu.
Sou uma amante das Escrituras desde os meus 17 anos. Lembro-me que certa vez, já casado, aos 20 anos de idade, cheguei a passar três dias e três noites seguidas sem dormir, em posse de vários livros sobre a mesa, inclusive, com três bíblias e entre elas, além de variados dicionários, haviam livros geográficos e etc.
Um dos meus maiores receios, é, e sempre será, agredir a santidade de Elohim (D’us).
Sou uma pessoa que aprendeu a colocar o Eterno acima de qualquer coisa, até mesmo, acima da própria família (A minha ex-esposa que o diga).
Fui ensinado a não ser preso a bens materiais. Entre outras palavras, posições sociais ou riquezas deste mundo não me atraem. Ainda que fui - ou sou, não sei dizer ao certo, o primeiro homem a ser reconhecido pelo Poder Público, como um homem realmente usado pelo Eterno. Recebendo por isso, uma declaração escrita (um tipo de Moção de Aplausos), assinada e aprovada pela Câmara de Vereadores de S. José dos Campos-SP, entre outras. No entanto, transfiro essas honras e glórias, a ha'Shem (Bendito seja!), pois Ele sim, é digno de louvor e adoração (Elohim Echad). Sou apenas um instrumento nas mãos dEle.
Após os mais de 30 anos de pesquisas, me chegam ao conhecimento inúmeras informações, entre elas; que o nome de "Jesus" em Aramaico é Yeshua, e que eu sou descendente de judeus.
Saber que sou um Marrano ou Converso (judeus que foram forçados a se converterem ao cristianismo na época da inquisição), por certo que mexeu muito comigo. Porém, nada foi tão forte quanto ao saber que o nome de "Jesus" em Aramaico é Yeshua (Josué), e em hebraico Y'hoshua (Josué). Junto com essas informações vieram assuntos, tais como, sobre as adulterações das Escrituras, enxertos, manipulações da história humana, entre outras.
Em tempos de colégios e de universidade, sempre aprendi que nome próprio não se traduz, mas, e ai? O que fazer agora? Como poderia eu ter vivido 33 longos anos da minha vida, a serviço do reino de ha'Shem (Bendito seja!), sem saber sobre esses assuntos? Eu sei que há pessoas que não procuram adquirir informações de qualidade, pois as mesmas já se dão satisfeitas com o que lhes passaram em seus “cursinhos” medíocres, porém, esse não é o meu caso. Sempre fui voltado para pesquisas, tanto nas coisas que envolve o o que é divino, como as que são profanas (seculares).
Para que eu pudesse entender direito sobre o assunto do mashiach (messias), a primeira coisa que fiz foi entrar em um curso de hebraico. Como eu recebi de Adonai a graça de ter a facilidade de aprendizado. Aprender coisas de forma muito rápida para mim, não é difícil. Tanto é que, isso tem me rendido o domínio de 12 profissões.
No curso de hebraico, aprendi que o alfabeto hebraico é classificado como “quadrático’, ou seja, por suas letras serem no formato quadrado.
Aprendi também, que nele não há letras maiúsculas e nem minúsculas. Aprendi sobre os pontos Diacríticos ou Massoréticos. Foram, e são, tantas as coisas que aprendi, que o mais importante foi saber que o assunto em questão, para o nome de Yeshua, não há tradução, mas sim, transliteração. Assim como para toda Escritura. Ou seja; para que as mesmas chegassem até nós nos dias de hoje, ela precisou primeiro ser transliterada para o grego, depois para o latim, até chegar ao nosso dialeto.
Aprendi que a escrita hebraica é derivada dos egípcios. E que para que pudéssemos entender a bíblia hoje, ela, que foi escrita a partir do hebraico antigo (hebraico arcaico), que ao ser compilada, a levou a várias alterações – devido as mudanças linguísticas que ocorreram durante os séculos, e as adulterações vieram juntas.
Recentemente o Brasil mexeu em seu dialeto escrito, através de um acordo entre os países de língua portuguesa (Portugal, Angola e etc), para que todos tivessem a mesma forma de escrita, evitando assim os transtornos de tradução dos países neles envolvidos.
Para o nome hebraico/Aramaico de "Jesus", a saber, Yeshua ou Y'hoshua, aconteceu da seguinte forma:
O nome Yeshua ou Y'hoshua que no hebraico moderno é ישוע. Ao ser transliterado para o grego, na segunda declinação, já que na primeira formaria um vocábulo feminino, tomou a forma transliterada de Ιησού que em sua tradução, é Iesu no latim.
No entanto, os gregos, ao pronunciarem em suas escritas as letras “I” e “G”, usavam as mesmas letras, porém ambas tomavam significados diferentes, de acordo com a forma de expressão. Não devemos esquecer também, que, Petrus Ramos (1515-1572) foi quem criou a letra "J” a partir da letra “I”, para que se distinguisse a pronuncia “Je” do “Ge”, que eram pronunciadas muitas das vezes pela letra “I”.
É preciso também, que se tome conhecimento que a letra “Y” não existe no alfabeto grego, assim como não existe as letras “C", "J" e “X” no hebraico.
Procuramos resumir através destes textos, um pouco daquilo que temos aprendido para que você possa adquirir um pouco mais de conhecimento. No entanto, em meio a todos estes textos, algo de grande importância vem agora:
Alguns “teoristas” de plantão, por não procurarem conhecer a história das escritas no mundo, e por não se familiarizarem com a língua hebraica em si, acabam, não apenas em acreditar na suposta “deturpação” do nome de Yeshua ou Y'hoshua para "Jesus", mas, também, por blasfemarem contra o Eterno. Já que o mesmo enviou a Yeshua no meio dos goyns (gentios) com o nome de "Jesus". E é através deste nome que todas as nações passaram a conhecer o Eterno, já que antes de Yeshua vir ao mundo, apenas Yisra’EL conhecia ao Eterno.
O seu nome aportuguesado não impediu as manifestações de Adonai no mundo, através do nome de "Jesus".
Na primeira matéria que eu fiz a respeito do nome de "Jesus", eu disse que existem um grupo – ainda que sejam uma minoria –, no meio dos yehudins netzarim (judeus nazarenos ou messiânicos) que, se não são idênticos, chegam ás margens das proximidades, do que muitos extremistas cristãos ou até mesmo do Islã, o fazem ao defender sua religião. Ofendem em palavras, e até mesmo chegam a ameaçar de agressão ou de morte, aqueles que não são favoráveis as sua idéias ou teorias.
Na primeira matéria que eu fiz a respeito do nome de "Jesus", eu disse que existem um grupo – ainda que sejam uma minoria –, no meio dos yehudins netzarim (judeus nazarenos ou messiânicos) que, se não são idênticos, chegam ás margens das proximidades, do que muitos extremistas cristãos ou até mesmo do Islã, o fazem ao defender sua religião. Ofendem em palavras, e até mesmo chegam a ameaçar de agressão ou de morte, aqueles que não são favoráveis as sua idéias ou teorias.
NOTA: Para aqueles que defendem de forma agressiva o nome de Yeshua ou Y'hoshua - repito o que disse anteriormente no estudo sobre a forma de pronuncia do nome de "Jesus", o melhor lhes seria excluir de seu vocabulário a letra “J”, já que a mesma para nada lhes serve. Ou seja; quando os mesmo forem pronunciar as palavras “Jaca”, “Jeca”, “Jabuticaba”, “Juízes”, “Justiça” entre outras, que o façam então com a letra “G”. Exemplo: “Gaca”, “Geca”, “Gabuticaba”, “Guízes”, “Gustiça” e etc.
Através do nome de "Jesus", o messias, eu fui curado do câncer de próstata. Através do nome de "Jesus", o messias, eu sobrevivi a cinco atropelamentos. Através do nome de "Jesus", o messias, tive duas tentativas de homicidas contra a minha vida, que em posse de suas armas de fogo, nem um projétil se quer, saiu de suas armas ao apertarem o gatilho.
Através do nome de "Jesus", o messias, minha filha Verônica - hoje com 26 anos, sobreviveu a dois desenganos da medicina. Através do nome de "Jesus", o messias, meu primogênito, Yisma'EL, foi ressuscitado. Através do nome de "Jesus", o messias, meu filho Gavri'EL, que havia sido raptado no portão de minha casa, na cidade de Itatiaia, município do Estado do Rio de Janeiro, retornou em segurança ao seio familiar - através de um casal, membro da CCB - Congregação Cristã do Brasil -, que o encontraram abandonado em uma rua deserta, chorando muito.
Através do nome de "Jesus", o messias, minha filha Verônica - hoje com 26 anos, sobreviveu a dois desenganos da medicina. Através do nome de "Jesus", o messias, meu primogênito, Yisma'EL, foi ressuscitado. Através do nome de "Jesus", o messias, meu filho Gavri'EL, que havia sido raptado no portão de minha casa, na cidade de Itatiaia, município do Estado do Rio de Janeiro, retornou em segurança ao seio familiar - através de um casal, membro da CCB - Congregação Cristã do Brasil -, que o encontraram abandonado em uma rua deserta, chorando muito.
Através do nome de "Jesus", o messias, meu filho Sha'ul (Paulo), o caçula da família, foi curado de escarlatina. Através do nome de "Jesus", o messias, fomos abençoados com uma casa em Itatiaia-RJ, que através do então vereador, Dalmo Ribeiro, nos mandou buscar na casa que morávamos de aluguel, para nos dar uma casa.
Através do nome de "Jesus", o messias, ha'Shem (Bendito seja!) me usou para reviver uma criança em Santa Margarida, Campo Grande-RJ, durante um culto cristão, onde seus pais adentraram ao local em desespero, chorando muito, pois seu filho estava morto em seus braços, e ali, D’us lhe retornou o fôlego de vida.
Através do nome de "Jesus", o messias, o Eterno me usou para curar uma criança surda e muda em Bezerra-GO. Através do nome de "Jesus", o messias, o Eterno me usou para fazer uma paralítica andar durante um culto na igreja Assembléia de Deus, em S. José dos Campos-SP. Através do nome de "Jesus", o messias, D’us me usou para reviver uma criança dentro do C.T.A de S. José dos Campos-SP. Através do nome de "Jesus", o messias, Adonai me usou para fazer uma paralítica andar na igreja Assembléia de Deus no bairro Corcundinha, em Campo Grande-RJ. Igreja esta, da família do cantor gospel, Mattos Nascimento. ...
Através do nome de "Jesus", o messias, o Eterno me usou para curar uma criança surda e muda em Bezerra-GO. Através do nome de "Jesus", o messias, o Eterno me usou para fazer uma paralítica andar durante um culto na igreja Assembléia de Deus, em S. José dos Campos-SP. Através do nome de "Jesus", o messias, D’us me usou para reviver uma criança dentro do C.T.A de S. José dos Campos-SP. Através do nome de "Jesus", o messias, Adonai me usou para fazer uma paralítica andar na igreja Assembléia de Deus no bairro Corcundinha, em Campo Grande-RJ. Igreja esta, da família do cantor gospel, Mattos Nascimento. ...
Ainda houve muitos outros casos onde o Eterno trabalhou de forma tremenda, por meio do nome de "Jesus". Mas acredito que esses textos já sejam suficiente para creditar o poder que há sim, no nome de "Jesus", assim como há também, no nome de Yeshua ou Y'hoshua. E sobre isto, eu tenho tido experiências incríveis, que em uma próxima vez estarei postando aqui em nosso site.
Renunciar o nome de "Jesus", apenas porque descobri que o seu nome original é Yeshua ou Y'hoshua, seria renunciar TUDO o que há’Shem (Bendito seja!) fez por meio do nome "Jesus" em minha vida e na vida de uma centena de milhares de pessoas, as quais sou testemunha fiel. Com tudo, não estou dizendo que devemos ignorar o nome de Yeshua ou Y'hoshua, pelo contrário, devemos mais do que nunca difundir esse nome. Fazendo com que as pessoas venham ter o conhecimento do verdeiro nome do filho de D'us.
Mesmo em tantos conflitos que existem quanto ao nome do mashiach (messias), muito me agrada saber que eu terei NOVO NOME (Gilyahan -Apoc. 2:17), e que Ele, Yeshua, Y'hoshua ou Jesus, já tem um NOVO NOME, e que somente irá nos apresentar no dia que estivermos com Ele definitivamente (Giliyanha - Apoc. 3:12 – 19:12). E que até mesmo a nação de Yisra’EL, receberá um NOVO NOME (Yiesha'yahu - Is. 62:2).
Então meus queridos, seja lá qual for o nome que o Eterno usa no momento, para que a humanidade venha conhecê-lo, são nomes MOMENTÂNEOS e que não é agradável ficarmos em discussões desnecessárias (Qorintyha Alef - I Co. 11:16) com debateis fúteis e que só tendem a nos afastar de Kadosh Baru’hu.
By: Prof. Sha’ul Ben Avraham




